sábado, 15 de junho de 2013

PANCREATITE AGUDA




Pancreatite é uma inflamação do pâncreas, que pode ser aguda ou crônica. O consumo de álcool está diretamente associado à maioria dos casos da doença. A Pancreatite aguda: pode ser causada pela migração deformação de pequenos cálculos biliares que obstruem a porção terminal do colédoco, interrompendo o fluxo das secreções pancreáticas. Essa obstrução provoca processo inflamatório intenso e aumento da glândula por causa do edema, ou seja, do acúmulo de líquido em seu interior. O álcool é causa frequente de pancreatites agudas.
Os sintomas da pancreatite aguda consiste na dor abdominal intensa, quase sempre de início abrupto, na região superior do abdômen, que se irradia em faixa para as costas. Parece que é a segunda dor mais forte que alguém pode sentir. Náuseas, vômitos e icterícia são outros sintomas possíveis.
O tratamento é clínico, mas requer internação hospitalar, porque o doente deve ficar em jejum e receber hidratação por soro na veia. Como não existe nenhum medicamento capaz de desinflamar o pâncreas, é preciso deixá-lo em repouso até que a inflamação regrida, o que acontece em 80% dos casos. Os outros 20% evoluem para uma forma grave da doença, com lesão de órgãos, como pulmões e fígado, além do pâncreas. Esses doentes podem entrar em choque e têm de ser transferidos para a unidade de terapia intensiva.
Nos casos mais graves em que ocorre infecção e necrose da glândula, o tratamento cirúrgico é indicado para a retirada do material necrótico.

DIABETES MELLITUS




A Diabetes Mellitus é uma doença cuja principal característica é o aumento de açúcar no sangue. Ela altera o metabolismo do açúcar, da gordura e da proteínas. A diabete se manifesta quando o corpo não produz a quantidade essencial de insulina para que o açúcar do corpo se mantenha normal. Existem dois tipos de Diabetes Mellitusa tipo I e tipo II.
Tipo I: Apenas 10% dos diabéticos têm a diabete tipo I, esse tipo se manifesta principalmete em crianças e adolescentes. Nela, o pâncreas do indivíduo produz pouca insulina ou nenhuma, pois as células betas, que são as que produzem a insulina, são destruídas de uma forma irreversível e é necessário receber injeções diárias de insulina. Deve-se controlar a insulina, a alimentação e fazer exercícios.
Tipo II: Também aparece em crianças e jovens, mas é mais comum depois dos 30 anos, em pessoas obesas e pessoas idosas.  Neste tipo o pâncreas continua a produzir a insulina, mas neste caso é o organismo que se torna resistente aos seus efeitos. O tipo II é comum também para quem tem casos na família.
Os sintomas da diabete consiste na concentração de açúcar no sangue, aumento de volume urinário, perda de peso ( Tipo I antes do tratamento, já no tipo II não ), fome exagerada, visão esfumaçada, sonolências, náuseas e facilidade para ter infecções.

APENDICITE AGUDA





Apendicite é a inflamação do apêndice, um pequeno órgão com o formato parecido com o dedo indicador, de aproximadamente 10 cm., localizado abaixo e no lado direito do intestino grosso.
O apêndice apresenta um cretal (luz) em seu interior que se comunica com o intestino, contendo fezes ainda em fase líquida. A função do apêndice não é conhecida, apesar de haver uma grande concentração de tecido especializado na defesa imunológica em sua parede.
Normalmente ele inflama por causa de uma infecção ou de uma obstrução do sistema digestivo. Se não for tratado, o apêndice infectado pode romper-se (estourar) e esparramar a infecção para a cavidade abdominal e para a corrente sangüínea.
A apendicite afeta uma em cada 500 pessoas no mundo todo a cada ano. O risco de apendicite aumenta com a idade, e o pico de incidência fica entre os 15 e 30 anos de idade. A apendicite é a principal causa de cirurgia abdominal em crianças. Quatro em cada 1.000 crianças precisam ter seus apêndices removidos antes dos 14 anos de idade.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

NEFRITE



A nefrite é o resultado de um processo inflamatório difuso dos glomérulos renais tendo por base um fenômeno imunológico. É responsável por 50% das doenças renais. O fenômeno imunológico responsável pela nefrite ocorre quando uma substância estranha (antígeno) entra na circulação e é levada aos setores de defesa do nosso corpo. O organismo, para se defender do antígeno agressor, produz um anticorpo. A reunião do antígeno com o anticorpo forma um complexo solúvel antígeno-anticorpo que, circulando pelo organismo, pode se depositar nos tecidos, criando as lesões inflamatórias.
Quando o glomérulo é o tecido atingido, a lesão inflamatória chama-se glomerulonefrite. As lesões inflamatórias do rim podem ser mínimas ou de tal intensidade que esclerosem totalmente o glomérulo. Quanto maiores as lesões, maiores serão as manifestações clínicas e laboratoriais da doença.
As causas mais comuns de glomerulonefrites são de origem infecciosa. As infecciosas são as provocadas por qualquer microorganismo (malária, tifo, salmonela, toxoplasmose, herpes e outros vírus e bactérias) que forme o complexo antígeno-anticorpo e o precipite no rim. Há também causas não infecciosas, as quais são provocadas por doenças de vários órgãos ou por medicamentos como lítio, ouro, captopril, que liberam antígenos e desencadeiam o mecanismo imunológico que leva à nefrite.
Os pacientes transplantados que eram portadores de doença crônica nefrítica também podem refazer a doença no rim do doador. As nefrites agudas, que ocorrem após a infecção bacteriana, requerem somente repouso e cuidados com o excesso de água e sal. Se a infecção ainda está presente, o antibiótico adequado deve ser usado.


DOENÇA DE PAGET EXTRAMAMARIA




É a presença das células denominadas de  Paget, descritas como células neoplásicas na epiderme do complexo aréolo-papilar, principalmente ocupando a camada profunda da epiderme, tendo citoplasma fino granular com núcleo centralizado e atípico que são oriundas dos grandes ductos situados na região retro-areolar que passam a ocupar a pele da papila levando a perda da espessura da pele. Em ambas as situações a associação com o carcinoma “in situ” e o câncer invasor são freqüentes.
As manifestações clínicas da DP são variadas, porém, apresenta-se comumente como lesão unilateral eritematosa de evolução lenta, centrífuga, associada a discreto prurido e formação de pequenas lesões bolhosas que progridem para ulceração com aspecto eczematóide e exudativa. As lesões ulceradas podem variar de 3 mm a 15 cm com um diâmetro médio de 2, 8 cm  Pode estar  associado à presença de nódulo palpável na região retroareolar em 50% dos casos de DP.  Por fim a ulceração leva a destruição do complexo aréolo-papilar (CAP), o comprometimento de toda a pele da mama e retração da papila.
O tratamento da doença de Paget segue as mesmas regras já consagradas para o Câncer de Mama. Dá se preferência ao tratamento conservador através da cirurgia de centralectomia associada ao estudo do linfonodo sentinela e radioterapia complementar.

A doença se desenvolve principalmente quando o paciente tem litíase vesicular, que são conhecidos também como os cálculos biliares, onde fica o depósito dentro da vesícula e doença obstrui o canal da vesícula, favorecendo a infecção do órgão, existindo assim a colecistite.
Um dos primeiros sintomas que afetam o paciente que sofre de colecistite é a dor que geralmente afeta a parte superior do abdômen, que indica a inflamação na vesícula. Depois, o sintoma pode ser identificado pela intensidade da dor, principalmente quando o paciente respirar e sentir dores.
Em paralelo as fortes dores, é possível sentir náuseas e vômitos, que indicam ainda mais a presença de problemas na vesícula.

COLECISTITE AGUDA




A colecistite consiste na inflamação da vesícula biliar. Essa doença é tratada como emergência médica e se não tratada com urgência pode levar o paciente à morte. A doença afeta principalmente mulheres quando estão em período fértil, além de obesos e pessoas de qualquer sexo com idade entre 40 e 50 anos. Pessoas que se alimentam com muita gordura estão mais propicias a desenvolver a doença.
Geralmente a doença não apresenta sintomas e na maioria dos casos a pessoa só descobre o problema com a sensação de fortes dores, que aparece repentinamente na parte superior do abdômen. Muitos pacientes quando descobrem a doença já estão em estado grave e precisam ser submetidos a processos cirúrgicos, que consiste em remover a vesícula. Há estudos que a doença afetas mais as mulheres. Alguns fatores são considerados como risco para o desenvolvimento da doença, como a idade a partir dos 40 anos, mulheres grávidas e também as que tomam remédios contraceptivos, pessoas obesas e também quem perde peso de forma súbita.
A doença se desenvolve principalmente quando o paciente tem litíase vesicular, que são conhecidos também como os cálculos biliares, onde fica o depósito dentro da vesícula e doença obstrui o canal da vesícula, favorecendo a infecção do órgão, existindo assim a colecistite.
Um dos primeiros sintomas que afetam o paciente que sofre de colecistite é a dor que geralmente afeta a parte superior do abdômen, que indica a inflamação na vesícula. Depois, o sintoma pode ser identificado pela intensidade da dor, principalmente quando o paciente respirar e sentir dores.
Em paralelo as fortes dores, é possível sentir náuseas e vômitos, que indicam ainda mais a presença de problemas na vesícula.


ESOFAGITE




A esofagite é uma inflamação do esôfago, que localiza-se entre a garganta e o estômago, que causa muito desconforto, mas que felizmente tem cura. Esta cura pode ser alcançada com a toma de medicamentos que consigam diminuir a acidez estomacal, além de diminuir o refluxo gastro-esofágico, e com algumas alterações na alimentação do indivíduo.
Recomenda-se investir nos alimentos crus, cozidos ou assados de forma simples, sem molhos. Comer de 3 a 4 porções de frutas que não sejam ácidas, como bananas e mamão, pode auxiliar no tratamento. Beber bastante água e praticar algum tipo de atividade física com regularidade também são indicados.
Um ótimo tratamento caseiro para combater os sintomas da esofagite é tomar o suco puro de uma batata crua. Para conseguir este suco basta passar a batata cura no processador de alimentos ou ralar a batata e depois expremê-la até retirar todo o seu suco. Este suco deve ser tomado diariamente em jejum até que os sintomas da esofagite desapareçam.
A cirurgia é indicada para casos mais graves de esofagite quando o indivíduo possui complicações como o esôfago de Barret ou hérnia de hiato, por exemplo. Ela consisite basicamente em promover o bom funcionamento da válvula cardia, para manter o conteúdo gástrico dentro do estômago, evitando a sua subida pelo esôfago ou na eliminação da hérnia que empurra o conteúdo de dentro do estômago para cima.

TIREOIDITE LINFOCÍTICA CRÔNICA




Tireoidite linfocítica crônica, é uma doença autoimune, cuja principal característica é a inflamação da tireoide causada por um erro do sistema imunológico. Na tireoidite de Hashimoto, o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Esses anticorpos provocam a destruição da glândula ou a redução da sua atividade, o que pode levar ao hipotireoidismo por carência na produção dos hormônios T3 e
T4.
A doença parece ser mais comum em algumas famílias, o que pode indicar um fator genético. Acomete também mais as mulheres do que os homens, e sua prevalência aumenta à medida que as pessoas envelhecem.
Não existem sinais e sintomas típicos da tireoidite de Hashimoto. Como é uma doença de evolução lenta, eles aparecem quando o hipotireoidismo está instalado. Os mais comuns são, cansaço; depressão; falta de iniciativa; pele seca e fria; prisão de ventre; diminuição da frequência cardíaca; decréscimo da atividade cerebral; voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação; edema duro no pescoço; diminuição do apetite; Sonolência; Reflexos mais vagarosos; intolerância ao frio; ganho de peso; cãibras; alterações menstruais e na potência e libido dos homens.
Com a progressão da doença, os sintomas se agravam. A pessoa se sente cada vez mais cansada e com menos energia. Pode apresentar, também, aumento no tamanho da tireoide e, consequentemente, a formação do bócio (“papo”). Ainda não se sabe o que faz o organismo produzir anticorpos      contra as células da tireoide. Existem hipóteses de que as infecções virais ou bacterianas, a exposição a certos medicamentos e ao iodo, partos e fatores genéticos estejam envolvidos nesse processo.
O tratamento quase sempre é longo e exige a dosagem do nível dos hormônios algumas vezes por ano. A dose da suplementação do hormônio tireoidiano, chamado levotiroxina, varia de acordo com o grau de deficiência da produção desse hormônio.

sábado, 8 de junho de 2013

ESTEATOSE HEPÁTICA



Esteatose Hepática é um acúmulo de gordura nas células do fígado, também chamada de Infiltração gordurosa do fígado ou Doença gordurosa do fígado. Ela pode ser dividida em Doença gordurosa alcoólica do fígado (quando há abuso de bebida alcoólica) ou Doença gordurosa não alcoólica do fígado, quando não existe história de ingestão de álcool significativa.
A Esteatose pode ter várias outras causas, como hepatites virais, diabetes, sobrepeso ou obesidade, alterações dos lípides, como Colesterol ou Triglicérides elevados. Mais ou menos 1 de cada 5 pessoas com sobrepeso desenvolvem Esteato-hepatite não alcoólica.
A hepatite alcoólica, e que é chamada de Esteato-hepatite se não controlada, tem o potencial de evoluir para a Cirrose Hepática em alguns pacientes. O paciente deve fazer exames para que seja avaliado o risco de progressão da doença.
É importante saber que a Esteatose Hepática e Esteato-hepatite são doenças reversíveis. O manejo da esteatose requer a Identificação e possível tratamento específico da causa da infiltração gordurosa, bem como uma avaliação e orientação multidisciplinar, com acompanhamento médico e uso de medicamentos em casos especiais, acompanhamento nutricional e atividade física programada.

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA


A insuficiência cardíaca, também chamada de insuficiência cardíaca congestiva, é uma doença na qual o coração não consegue mais bombear sangue suficiente para o resto do corpo. Ela pode afetar apenas um dos lados do coração, lado direito ou esquerdo. São as chamadas insuficiência cardíaca direita ou esquerda. Cada vez mais, ambos os lados do coração estão sendo afetados.
A insuficiência cardíaca está presente quando há as seguintes alterações:


  •  O músculo cardíaco não consegue bombear ou ejetar o sangue para fora do coração adequadamente. Esta é a chamada insuficiência cardíaca sistólica.
  • Os músculos do coração ficam rígidos e não se enchem de sangue facilmente. Esta é a insuficiência cardíaca diastólica.
Ambos problemas significam que o coração não consegue mais bombear sangue suficiente rico em oxigênio para o resto do corpo, especialmente quando você se exercita ou está ativo. Como a função de bombeamento do coração está comprometida, o sangue pode retornar a outras áreas do corpo, causando acúmulo de líquido nos pulmões, fígado, trato gastrointestinal, braços e pernas. Consequentemente, falta oxigênio e nutrientes para os órgãos, prejudicando e reduzindo sua capacidade de trabalhar adequadamente.
Possivelmente, a causa mais comum de insuficiência cardíaca é a doença arterial coronariana (DAC), um estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio ao coração. Para obter mais informações sobre a doença e fatores de risco, consulte: Doença arterial coronariana.