quinta-feira, 13 de junho de 2013

TIREOIDITE LINFOCÍTICA CRÔNICA




Tireoidite linfocítica crônica, é uma doença autoimune, cuja principal característica é a inflamação da tireoide causada por um erro do sistema imunológico. Na tireoidite de Hashimoto, o organismo fabrica anticorpos contra as células da tireoide. Esses anticorpos provocam a destruição da glândula ou a redução da sua atividade, o que pode levar ao hipotireoidismo por carência na produção dos hormônios T3 e
T4.
A doença parece ser mais comum em algumas famílias, o que pode indicar um fator genético. Acomete também mais as mulheres do que os homens, e sua prevalência aumenta à medida que as pessoas envelhecem.
Não existem sinais e sintomas típicos da tireoidite de Hashimoto. Como é uma doença de evolução lenta, eles aparecem quando o hipotireoidismo está instalado. Os mais comuns são, cansaço; depressão; falta de iniciativa; pele seca e fria; prisão de ventre; diminuição da frequência cardíaca; decréscimo da atividade cerebral; voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação; edema duro no pescoço; diminuição do apetite; Sonolência; Reflexos mais vagarosos; intolerância ao frio; ganho de peso; cãibras; alterações menstruais e na potência e libido dos homens.
Com a progressão da doença, os sintomas se agravam. A pessoa se sente cada vez mais cansada e com menos energia. Pode apresentar, também, aumento no tamanho da tireoide e, consequentemente, a formação do bócio (“papo”). Ainda não se sabe o que faz o organismo produzir anticorpos      contra as células da tireoide. Existem hipóteses de que as infecções virais ou bacterianas, a exposição a certos medicamentos e ao iodo, partos e fatores genéticos estejam envolvidos nesse processo.
O tratamento quase sempre é longo e exige a dosagem do nível dos hormônios algumas vezes por ano. A dose da suplementação do hormônio tireoidiano, chamado levotiroxina, varia de acordo com o grau de deficiência da produção desse hormônio.

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